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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tem dias em que ele me abraça um abraço empalhado. Um espantalho que abriu os braços apenas para espantar os corvos.
Hoje o mundo resolveu pular em meu colo e eu morri soterrada - a três mil versos de profundidade.
Mas a gente pode sempre voltar e acolher com amor. Afinal, se a hostilidade do mundo despertar a nossa, quem vai ser o primeiro a sorrir?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009


Então, quando você me beijar,
vai sentir o gosto da minha escrita,
pois a fim de nunca esquecê-las
eu trago todas as minhas palavras
na ponta da língua.

Rita Apoena